terça-feira, 18 de outubro de 2011

Contribuintes vão poder deduzir IVA das compras correntes

Os contribuintes vão passar a poder deduzir aos impostos o IVA que suportam nas compras correntes que efectuam todos os dias.


Segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2012, o Governo pede autorização para poder legislar no sentido de "criar deduções em sede de IRS [Imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares], IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis] ou IUC [Imposto Único de Circulação] correspondentes a um valor de até 5% do IVA suportado, e efectivamente pago, pelos sujeitos passivos na aquisição de bens ou serviços".
O Governo ressalva, no entanto, que este valor ainda será posteriormente sujeito a um outro limite máximo.
O pedido de autorização legislativa do Governo insere-se num conjunto mais vasto de medidas onde se prevê que o Governo irá "aprovar um regime que institua e regule a emissão e transmissão electrónica de facturas e outros documentos com relevância fiscal".
Neste âmbito, o Governo pede ao Parlamento autorização para "estabelecer as regras que assegurem a fiabilidade e integridade da sequência das facturas, e outros documentos com relevância fiscal, emitidos electronicamente por sujeitos passivos com sede, estabelecimento estável ou domicílio fiscal em território português".

Ao mesmo tempo, o Governo quer "estabelecer as regras de segurança que garantam a autenticidade da origem, a integridade e o não repúdio das facturas, e outros documentos fiscalmente relevantes, emitidos electronicamente".
Fonte:http://economico.sapo.pt
Por:Rui Silva

Estrategias de abertura

Por: Fábio Lopes
Fonte: Manual – Economia C 12ºAno. Silva, Elsa; Mendes, Helena

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Capital Humano

O termo capital é usado pelos economistas para descrever os conhecimentos e as habilidades que os trabalhadores adquirem por meio da educação, do treino e da experiencia. O capital humano inclui a perícia acumulada em programas para a infância, cursos primários e secundário, faculdade e treino no emprego para trabalhadores adultos.  
Embora a educação, o treino e a experiencia sejam menos tangíveis do que tornos, escavadeiras e edifícios, o capital humano tem semelhanças com o capital físico. Como o capital físico, o capital humano aumenta a capacidade da nação para a produção de bens e serviços. Também como o capital físico, o capital humano é um factor produzido. A produção de capital humano exige matérias-primas sob forma de professores, de bibliotecas e de tempo de estudo. De facto, os estudantes podem ser considerados "trabalhadores" que apresentam a importante tarefa de produzir capital humano que será utilizado na produção futura.

Por: Fábio Lopes
Fonte: Manual – Economia C 12ºAno. Silva, Elsa; Mendes, Helena

Taxa de cobertura de Portugal durante a 2ª Guerra Mundial

 Durante a Segunda Guerra Mundial, Portugal estava sobre um regime político a que podemos chamar fascista (Estado Novo) e que, embora se declarasse neutro, era um país que vendia os seus produtos aos países que pagassem mais, fossem aliados, neutros ou do eixo. Recorde-se aqui que o fornecimento de volfrâmio português à Alemanha constituía, praticamente desde o início da guerra, um dos principais focos de tensão entre Portugal e os Aliados. Nos primeiros meses de 1943, a situação neste campo ainda mais se deteriorou quando, em Abril, sem informar os Aliados, o Governo português assinou um novo acordo com a Alemanha, continuando a garantir a venda aos germânicos de uma quantidade considerável deste minério. Na altura, os Estados Unidos sugeriram a implementação de retaliações ao nível dos fornecimentos a Portugal, mas, uma vez mais, a posição britânica foi favorável a negociações. Foram estas negociações que conduziram à assinatura do acordo de 19 de Junho, já bastante mais consentâneo com os interesses americanos e britânicos, aumentando até 50% a quota da chamada “exportação livre” e garantindo assim aos aliados uma posição bastante mais vantajosa.
  Embora, tal como já foi referido, Portugal fosse para todos os efeitos um país neutro no panorama da Segunda Guerra Mundial, exportava uma série de produtos para os países em conflito, como açúcar, tabaco e, principalmente, volfrâmio.






  Como podemos ver por estes gráficos, verifica-se na balança comercial portuguesa, pela primeira vez, saldos positivos entre 1941 e 1943, ou seja, entre estes anos, Portugal apresentava uma taxa de cobertura superior a 1, o que significa que as exportações eram superiores às importações.


Por: Ana Beatriz Bandeira
Fonte: História de Portugal, círculo de leitores, sétimo volume
       Os anos de Salazar, 1943-1945, Centro editor PDA, vol.6

Livro "Pronto a Comer"

Trata-se de um livro de receitas para ir ao trabalho – tudo pratos simples, saudáveis e saborosos para levar facilmente num Tupperware, mochila ou lancheira. Além do factor ‘prático’, este livro reúne também uma séria preocupação com o orçamento de grande parte das famílias portuguesas, que, para poupar vai passar por levar comida para o trabalho e por enviar as refeições das crianças para a escola. Com o fim das férias e o regresso à escola, um livro de receitas focado em refeições para comer fora de casa reúne todos os ingredientes para ser um sucesso de vendas.


livro da autoria do Chefe José Alexandre
 No passado domingo passou uma pequena reportagem na TVI durante as noticias onde se contabilizou quanto é que em média um casal gasta por mês em almoços fora devido a distancias significativas de casa. A conclusão a que se chegou é que com este pequeno grande livro um casal poderá poupar até 500euros mensais em alimentação.  

Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=250364
Realizado por: Katia Ventura

Balança Comercial e Taxa de Cobertura

A balança comercial de um dado país regista todas as transações de mercadorias entre residentes e não-residentes desse país processadas durante um período de tempo determinado (normalmente, um ano). Logo, o seu saldo é determinado pela diferença entre o montante das exportações (EXP) e o montante das importações (IMP) de bens verificadas num ano. Se EXP>IMP, existe um superavit comercial. Inversamente, existirá um deficit comercial se EXP<IMP.
Por exemplo, em 1994 Portugal importou 4 480 124 milhões de escudos (22 346 764 298 de euros) de mercadorias (valores CIF), tendo exportado 2 975 639 milhões de escudos (14 842 424 756,33 de euros) - valores FOB, o que implica um déficit comercial de 1 504 485 milhões de escudos (7 504 339 541,70 de euros).
Da relação entre o montante das importações e o das exportações de um país num dado ano retira-se o importante conceito de taxa de cobertura das importações pelas exportações. Esta taxa não é mais do que a proporção em que as exportações cobrem as importações. No exemplo dado acima, a taxa de cobertura portuguesa em 1994 foi de 66,4% (EXP/IMP).
A importância da taxa de cobertura reside no facto de ela nos dar um noção do grau de (in)dependência comercial de um país face ao exterior.
 
 
Fonte: http://www.infopedia.pt/$balanca-comercial
Realizado por:Katia Ventura

Capital Físico

Em geral capital físico é uma referência a qualquer ativo não humano, feito por humanos e utilizado na produção. Freqüentemente, este termo é utilizado num sentido que é uma combinação relativamente ambígua dos termos capital de infra-estrutura e capital natural que, por sua vez, são formas de capital economico. O “capital físico” caracteriza-se pelas artes de pesca, as embarcações, os motores, os equipamentos de tratamento do peixe, as arcas isotérmicas, os locais de armazenagem, os cais e os molhes, os locais de desembarque, os centros e fornos de fumagem, os aparelhos para fazer gelo, etc.

Fonte: Wikipedia
Por: Samuel Rocha

Lei dos Rendimentos Marginais Decrescentes

Também conhecida por Lei das Produtividades Marginais Decrescentes, a Lei dos Rendimentos Marginais Decrescentes significa que os acréscimos de produção de um bem se vão tornando cada vez menores à medida que vamos acrescentando mais unidades de determinado fator produtivo, mantendo a quantidade dos restantes fatores produtivos constante.
Apesar de não constituir uma verdade universal (em determinadas situações pode verificar-se exactamente o contrário), a Lei dos Rendimentos Marginais Decrescentes pode ser observada empiricamente em numerosas situações, ajudando a explicar muitos fenómenos, constituindo também um dos pressupostos base para a formulação da teoria da oferta.

Por: Melissa Jerónimo

Lei dos Rendimentos Marginais Decrescentes

Lei dos rendimentos marginais decresentes do capital - à medida que maiores quantidades de capital são utilizados, menores são os acréscimos de produção.

Lei dos rendimentos marginais decrescentes do trabalho - o aumento do trabalho conduz a uma aumento cada vez menos significativo da produção.

Por: Carla Hovenkamp

Orçamento vai empurrar a economia para pior recessão desde 1975

A economia portuguesa vai contrair no próximo ano 2,8%, naquele que é o seu pior desempenho desde 1975. O desemprego vai chegar aos 13,4%.


                         
Vítor Gaspar, ministro das Finanças


O Governo reviu hoje em baixa as suas projecções para a economia portuguesa, tal como já era esperado. Há pouco mais de um mês, o Executivo previa que a economia contraísse 1,8% no próximo ano, mas as previsões avançadas na proposta do OE são, agora, bem mais negras: o país vai viver a pior recessão desde 1975, com o PIB a cair 2,8%.

É o resultado do reforço da cura de austeridade, que, além de todas as medidas já previstas no acordo de ajuda externa, irá cortar nos subsídios de férias e de natal para os funcionários públicos e os pensionistas.

Em conferência de imprensa, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, explicou que estas previsões macroeconómicas têm em conta o efeito das medidas de austeridade e a degradação das perspectivas económicas. Para este ano, o Governo prevê agora uma recessão de 1,9%, em vez dos 2,2% inicialmente estimados. Em dois anos (2011 e 2012), a economia vai cair quase 5%.

De acordo com Vítor Gaspar, a actividade económica começará a recuperar em 2013, ano em que terá também início a descida da taxa de desemprego.

“Temos de romper com o hábito do passado” de não cumprir os défices públicos, disse.



Fonte: publico.pt
Por: Daniela Marques.

Offshore

Offshores são contas ou empresas abertas em paraísos fiscais - estados nacionais ou regiões autónomas onde a lei facilita a aplicação de capitais estrangeiros – com o objectivo de pagar-se menos imposto do que no seu país de origem.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Offshore_(para%C3%ADso_fiscal)
Por: Carla Hovenkamp

Em tempos de crise...








Por: Daniela Marques.

Balança Comercial

A balança comercial de um dado país regista todas as transações de mercadorias entre residentes e não-residentes desse país processadas durante um período de tempo determinado (normalmente, um ano). Logo, o seu saldo é determinado pela diferença entre o montante das exportações (EXP) e o montante das importações (IMP) de bens verificadas num ano. Se EXP>IMP, existe um superavit comercial. Inversamente, existirá um deficit comercial se EXP<IMP.
Por exemplo, em 1994 Portugal importou 4 480 124 milhões de escudos (22 346 764 298 de euros) de mercadorias (valores CIF), tendo exportado 2 975 639 milhões de escudos (14 842 424 756,33 de euros) - valores FOB, o que implica um déficit comercial de 1 504 485 milhões de escudos (7 504 339 541,70 de euros).
Da relação entre o montante das importações e o das exportações de um país num dado ano retira-se o importante conceito de taxa de cobertura das importações pelas exportações. Esta taxa não é mais do que a proporção em que as exportações cobrem as importações. No exemplo dado acima, a taxa de cobertura portuguesa em 1994 foi de 66,4% (EXP/IMP).
A importância da taxa de cobertura reside no facto de ela nos dar uma noção do grau de (in)dependência comercial de um país face ao exterior.


Fonte: infopedia.pt
Por: André Carvalhinho

Taxa de Cobertura

Taxa de Cobertura:

É necessario que o país tenha conhecimento da capacidade que tem de pagar asimportações a partir das receitas provenientes das exportações.
A taxa de cobertura representa então em percentagem, o valor das importações que podemos considerar pago com o valor das exportaçoes efectuadas para o exterior.

Taxa de cobertura = Valor das exportações / Valor das importações x 100

A situação é aquela em que o valor ultrapassa os 100% e assim cobre asimportações e ainda sobram divisas.


Por: Pedro Torres

IVA na restauração, refrigerantes e congelados dispara para 23%

Apesar dos protestos do sector, o Governo mexeu mesmo no IVA aplicado à restauração, que dos 13% passa a estar sujeita à taxa máxima de 23%. De acordo com o proposta do Orçamento do Estado para 2012, a que o PÚBLICO teve acesso, o agravamento do imposto sobre o valor acrescentado afecta produtos como a água engarrafada, até agora com 6%. Assim, águas minerais ou de nascente passar a estar sujeitas a 13% de IVA.


O que muda:
De 6 para 13%:

  • Águas engarrafadas

De 6 para 23%:

  • Batata frita congelada 
  • Espectáculos
  • Bebidas e sobremesas lácteas 
  • Refrigerantes


De 13 para 23%:

  • Restauração
  • Café 
  • Pizzas congeladas e refeições prontas
  • Conservas de peixe e de carne
  • Fruta de conserva
  • Frutos secos
  • Óleos alimentares
  • Margarinas
  • Aparelhos de captação de energia solar


Fonte: Publico
Por: Pedro Torres

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Casino De Veneza Em Macau



O casino Venetian é o maior casino do mundo e terceiro maior edifício do mundo e é a maior estrutura hoteleira de toda a Ásia. Tem a maior área de jogo do mundo, com aproximadamente 980 mil metros quadrados, 870 mesas de jogos e 3 400 máquinas de caça-níqueis. É um resort composto por um hotel com mais de 3000 suites, com centro comercial. É considerado um dos locais mais chamativos e entusiasmantes de toda a Ásia. Nos primeiros meses desde que abriu, em agosto de 2007, teve mais de 10 milhões de visitantes.


O Venetian foi uma cópia do casino em Las Vegas só que em maior dimensão, que são replicas da cidade de Veneza. Neste gigante até os empregados dos barcos estão vestidos de gondoleiros e alguns deles são mesmo italianos que vão cantando canções em italiano durante a viagem nos barcos com os clientes.
O custo total da obra foi de 2,4 biliões de dólares americanos.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

OE2012: Salários e pensões na Função Pública acima de mil euros sem subsídios de Natal e férias

Os salários e pensões da Função Pública acima de mil euros vão ficar sem subsídio de Férias e de Natal, afirmou hoje o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho numa declaração ao País. Passo Coelho anunciou ainda mais medidas de austeridade que serão inseridas no Orçamento do Estado para 2012, e que hoje foram discutidas e aprovadas em Conselho de Ministros durante todo o dia.

«Vivemos um momento de emergência nacional. É preciso que os portugueses compreendam os contornos da actual situação. Agravou-se o peso dos prejuízos e do endividamento do sector público», começou por dizer Passos Coelho.

«No próximo ano, teremos de ter ajustamentos profundos. Tal implica um esforço adicional em 2012. Neste orçamento que será apresentado aos portugueses, teremos de fazer um esforços redobrado», afirmou começando por enumerar as medidas de austeridade:

«O Governo vai expandir o horário de trabalho em meia-hora por dia no sector privado e limitar os feriados, o que substitui a descida da TSU [Taxa Social Única]», anunciou o primeiro-Ministro.

Para o Orçamento de Estado também «ficou decidida a eliminação dos subsídios de natal e férias para salários acima dos mil euros durante o programa de ajuda económica e financeira na Administração Pública, corte também válido para as pensões»;

«Os vencimentos situados entre o salário mínimo e os 1000 euros serão sujeitos a uma taxa de redução progressiva, que corresponderá em média a um só destes subsídios. Os dois últimos escalões do IRS não poderão fazer deduções», acrescentou.


Passos Coelho também falou do IVA e da «necessidade de mais receitas» que «leva a uma redução no âmbito de taxa intermédia. Não haverá alterações na taxa normal - os bens essenciais mantêm taxa reduzidas de IVA».

Haverá ainda «cortes na saúde e educação serão feitos até onde nos foi possível». Pelo contrário o Governo assegura que o «compromisso de descongelar as pensões mínimas e actualizá-las» será para manter.


O primeiro-ministro afirmou ainda que estas medidas irão durar durante o Programa de Assistência Económica e Financeira.


«O Orçamento é absolutamente decisivo: em tempos de emergência o rigor é ainda mais indispensável. As medidas são as respostas mais prudentes e eficazes de uma espiral económica descendente», disse Passos Coelho

20:00 - 13-10-2011
 
Fonte :www.abola.pt
Por: André Carvalhinho

Medir a desigualdade com o coeficiente Gini


 O Coeficiente de Gini é uma medida de desigualdade desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini.
É vulgarmente utilizada para calcular a desigualdade na  distribuição da riqueza .Varia entre   0 e 1 ;  0 corresponde à completa igualdade na distribuição da riqueza (onde todos têm a mesmo rendimento) e 1 corresponde à completa desigualdade (onde apenas uma pessoa tem todo o rendimento disponível).
Portugal é, na UE, o terceiro país com maior desigualdade. 


Fonte: http://informacaog.blogspot.com/2011/01/medindo-desigualdade-coeficiente-de.htmlRealizado por: Katia Ventura

É curioso...







Fonte: http://tocaaajudar.blogspot.com/2010/10/17-dia-mundial-contra-pobreza-e.html
Por: Joana Lopes

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ir a China ver o mundo a mudar

De Pequim a Xangai, com tempo para Xian e a beleza trágica do exército de terracota do imperador Qin. Um périplo marcado pelos sinais de um país com pressa de ser a principal potência mundial e que vive a maior transformação da história dos últimos séculos.
Na avenida marginal do rio Huangpu, em Xangai, duas mulheres vociferam entre transeuntes indiferentes ou estupefactos. Zangam-se e empurram-se numa disputa sobre o território onde apanham garrafas de plástico para a reciclagem. A zaragata dificilmente perturbará os clientes do Hotel Pearl, do outro lado da rua, que pagaram diárias acima dos 8000 euros para carimbarem no currículo mais um símbolo das extravagâncias do capitalismo.
Nos arredores de Xian, a uns 500 metros do museu que alberga os guerreiros de terracota do primeiro imperador Qin, gruas elevam-se dos arvoredos e anunciam que um dos mais fantásticos patrimónios da história humana terá em breve como companhia um faraónico centro comercial. Pequim, a capital: uma série de placas que nos dizem o que foi e o que representou cada um dos intermináveis pátios interiores da Cidade Proibida é patrocinada pela American Express.
No centro financeiro de Xangai, na outra margem do Hotel Pearl, o Partido Comunista da China escolheu um dos mais feéricos arranha-céus do distrito financeiro para anunciar em néon o seu 90.º aniversário. Bem-vindos à China, o lugar da terra onde se pode ver ao vivo o mais rápido e profundo processo de transformação que a humanidade conheceu nos últimos séculos, o país do socialismo do mercado, o colosso que ameaça tornar-se a primeira potência mundial no prazo de duas ou três décadas.
É frequente ouvir-se dizer que um país, ou uma cidade, se destaca pelos seus contrastes. Mas, indo além do lugar-comum, a verdade é que essa imagem é incontornável quando se visita a China actual. De um lado, grandes urbes ultramodernas como Xangai, do outro os templos budistas onde os crentes se dobram com incenso perante as divindades; de um lado os traços vincados da história de uma civilização com cinco mil anos, do outro a ocidentalização forçada com apenas três décadas a querer varrê-la da memória; de um lado a beleza mágica do Palácio de Verão dos imperadores em Pequim, com o seu lago cheio de flores de lótus e corredores pintados com motivos bucólicos, do outro a vertigem da adrenalina do Maglev que liga o aeroporto de Xangai ao centro da cidade a mais de 400 quilómetros por hora.
Há nesta oposição um factor unificador: o dinheiro, a grana que no dizer de Caetano Veloso sobre São Paulo "ergue e destrói coisas belas". Os velhos bairros de Pequim, os hutong, foram arrasados pela onda de cimento e aço, mas também é verdade que a febre do dinheiro que as destruiu teve o mérito para pagar ao arquitecto Rem Koolhaas (o que fez a Casa da Música do Porto) para construir a enigmática, mas genial e impressionante, sede da televisão chinesa.
Viajar hoje pela China tem por isso como primeiro mérito o teste à alegação de que a história do mundo está a virar uma página, fazendo regressar ao Oriente a liderança perdida aí há uns 500 anos. Há uns anos, o pulsar do progresso sentia-se em Wall Street ou em Kwoloon, em Hong Kong, agora é em Pequim ou em Xangai que o seu nervo se sente. Na origem da profunda transformação económica do país nas últimas décadas está o programa "Quatro Modernizações", lançado em 1978. E um dos seus sinais mais expressivos deu-se pouco depois, quando a Coca-Cola anunciou o regresso ao país com a abertura de uma fábrica em Xangai. Desde então, a China registou um crescimento económico a rondar os 10 por cento ao ano (a riqueza do país duplicou a cada oito anos, em média), acomodou a maior vaga de emigração da história, com o equivalente à população dos Estados Unidos a rumar às cidades, e passou de uma sociedade rural a uma sociedade de consumo desenfreada.
Guerreiros de terracota no Museu de Qin. Por Jason Lee/Reuters











Em Xangai Por Reuters







Por: Ines Borges, pt

Evolução do PIB: Portugal e a média da União Europeia, 1998-2007

É habitual ouvir-se que Portugal é uma pequena economia aberta, cujo ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) está muito dependente de circunstâncias exógenas, nomeadamente, da saúde económica dos seus parceiros comerciais da União Europeia, usualmente a Espanha e a Alemanha.
O Gráfico 1 evidencia essa mesma realidade: a taxa de crescimento do PIB em Portugal tem acompanhado de forma clara o trajecto da média de crescimento do PIB da União Europeia (na sua configuração de 15 Estados-membros) ao longo do período em análise. É, no entanto, de salientar o comportamento um pouco mais extremo da taxa de variação do PIB português nos pontos de pico: nos "anos de convergência" (até 2000) o crescimento era mais elevado que a média europeia, no período de forte abrandamento do crescimento europeu (2001-2003), Portugal chegou a entrar em recessão, com um decréscimo do produto verificado em 2003. Desde então, a economia portuguesa tem sentido algumas dificuldades em retomar o ritmo da convergência, ao crescer sempre abaixo da média europeia.
Por: Fabio Lopes, pt

CMVM

Imagem:LogoCMVM.gif
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) é um organismo público português que tem poderes para regular e supervisionar todas as matérias referentes ao mercado de valores mobiliários e a actuação dos diversos integrantes do mercado.
Criada em Abril de 1991, a CMVM é uma entidade de direito público independente, com autonomia administrativa e financeira. As suas receitas resultam das taxas de supervisão cobradas sobre operações realizadas em bolsa ou fora dela e de contraprestações de outros serviços directamente prestados. É dotada de património próprio.
Do ponto de vista legislativo, a CMVM faz cumprir o Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. Faz também cumprir os regulamentos, por si estipulados.
Missão e objectivos da CMVM
A CMVM prossegue os seguintes objectivos:
  • A protecção dos investidores;
  • A eficiência e a regularidade de funcionamento dos mercados;
  • O controlo da informação;
  • A prevenção de riscos;
  • A prevenção e a repressão de actuações ilegais.
Por: Fabio Lopes, pt

Inflação ou Taxa de Inflação

A Inflação representa o crescimento contínuo e generalizado dos preços dos bens e é calculada como a taxa de variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC).

O oposto da inflação é a deflação, que corresponde a uma descida continuada e generalizada dos preços. A ocorrência de deflação é muito rara e está geralmente associada a períodos de
depressão económica.

Por: Diana Gonçalves, pt
Fonte: http://www.notapositiva.com/dicionario_economia/inflacao.htm

Água engarrafada ou da torneira?

Segundo a notícia que eu pesquisei, a água da torneira de Portugal é de excelente qualidade. Se assim é para quê comprar água engarrafada que pode ficar muito mais cara?

Podemos confirmar:


Preço de 0,5 L de água engarrafada: 0,61

 
Preço de água por m3 (aproximadamente): 0,30 €



 







Ou seja, o preço de 0,5 L de água da torneira ficará a 0,00015 €.


Por: Diana Gonçalves, pt